quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Sonho idiota...

"Que droga, eu não sei nem por onde começar ¬¬' me sinto meio ridicula fazendo isso shauhsuahsuhauhs
Maaas... já que eu prometi vou fazer...

Como eu já tinha dito, só lembro algumas partes separadas do sonho, então não vai ter uma sequencia mto logica rs, Ok agora chega de enrolação, vamos ao que interessa :D

Eu estava lá parada num lugar que parecia ser uma estação de trem ou metro. Eu sabia que estava esperando você chegar, como se a gente tivesse marcado de se encontrar. Eu ficava andando de um lado pro outro, as vezes encostava na parede, ficava mexendo no cabelo, batendo o pé no chão... claro porque e estava muito nervosa. E você não chegava logo rs. Ai o meu celular tocou, eu vi que era você me ligando. Já fiquei pensando que você ia falar que não ia mais vir, que tinha desistido... demorei um pouco pra atender. Mas atendi. Você me disse que já estava chegando no lugar onde a gente tinha combinado de se encontrar, então meu coração começou a acelerar, só de pensar que você já estava chegando, que podia estar me vendo. Dai você perguntou como eu estava vestida... eu disse que estava com um shorts jeans e uma blusa vermelha estampada (é tava calor hsuahsuahsuhauhs)... Ai nessa hora você disse assim "Ahhh, acho que eu tô vendo você". Eu fiquei parada igual uma estátua, sem conseguir me mover um centimetro... Quer dizer então que vc tava me vendo? E agora? O que eu faço? hsauhsuhasuhauhs que ridicula ¬¬' Mas ai eu respirei fundo e disse: "Ah então trate de vir aqui logo, não faz isso comigo, não me mata de vergonha"... Eu escutei a sua risada pelo telefone e fiquei aliviada de não escutar ela 'ao vivo'... você não estava tão perto afinal...
Dai você não desligava o telefone. Continuou falando comigo. E eu "Meu, não vou ficar olhando em volta procurando você, tenho vergonha". Então você disse: "Ah mas não precisa eu já tô bem perto de você", e eu respondi "Meeeu, não faz isso, to ficando com medo", e você "Tá com medo de mim? Porque?", ai eu "Porque vc fica fazendo suspense, tá parecendo filme de terror isso rs. Dá pra aparecer logo, onde você tá?". Nisso você já tinha andando até onde eu tava e estava bem atrás de mim, ai você disse assim "Eu tô bem aqui atrás de você" e deu risada. Meu não foi nada legal ter feito isso, eu levei o maior susto ¬¬'
Mas eu não gritei e nem pulei nem nada. Eu só fechei os olhos por um momento. Dai eu fechei o celular e abaixei a mão, fui virando na sua direção bem devagar. Dai você sorrio todo timido e disse "Oi", e eu te olhei com uma cara de tipo "Você ainda acha bonito o que fez?". Então eu disse "Você quer me matar do coração?" hsuahsuahsuhaushahus...
E ai, claro que você riu muito mais. E eu claro não tava achando a minima graça ¬¬' E a minha cara dizia isso muito bem. Quando você percebeu isso parou de rir na hora. Fez uma carinha de culpa e disse "Me desculpa? Eu não queria te assustar :/" Ai eu não aguentei e sorri de leve. Poxa vida, afinal a gente estava se conhecendo e eu não ia ficar brava bem agora né. Dai eu disse "Não foi pelo susto, é que eu estava ansiosa rs... ahhh e OI pra você também" hsuahsuhaushuahs... Ai ficou aquele silencio, eu não sabia o que fazer. Então te dei um abraço, bem apertado e demorado... demorado porque eu tinha que pensar no que falar rs. Mas eu não pude falar nada depois. A gente se soltou do abraço, eu cheguei a olhar pra você por um segundo, mas dai você veio se aproximando de novo e me deu um selinho ;x Assim sem mais nem menos.

...

.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Adotar: um ato de compaixão e solidariedade


Cerca de 50 cães são adotados por semana na ONG Adote Já / Foto: Juliana Barbosa

É comum encontrar pelas ruas de Mogi das Cruzes muitos cães abandonados e mal tratados. Não há quem não se sensibilize com tal cena de descaso. Poucos são aqueles que têm a iniciativa de adotar um cachorro de rua, por preconceito ou até mesmo receio quanto ao estado de saúde desses cães.

Por esse motivo é que trabalhos como os da ONG Adote Já são importantíssimos para diminuir o grande número de cães que vivem as ruas da cidade. A sede da ONG fica no Pet Shop Vira-Lata, localizado no bairro Monte Líbano. Há dois anos, todos os sábados, a loja realiza feiras de adoção. Cerca de 150 pessoas visitam o local toda semana. São adotados em média 50 cães por sábado. Em 2008, 1511 cães ganharam um lar por intermédio da feira.

Mariana Jungers Calderaro Nahum, diretora da ONG, conta que o trabalho de recolhimento de animais e de incentivo à adoção existe há mais de 10 anos. “Surgiu a necessidade de ter algo mais formalizado, que facilitasse e controlasse melhor o processo de adoção. Com a ONG, a gente consegue estruturar essa atividade de forma mais responsável”, afirma Mariana.

Detentora de um programa no canal 10 da NET (regional), os organizadores da iniciativa oferecem informações e programas de entretenimento para quem, assim como eles, é louco por cachorros.

Os animais expostos para adoção na feira têm todo o acompanhamento necessário, desde a chegada até depois da adoção. Segundo a diretora da ONG, os cães que estão em posse deles recebem consultas veterinárias, vermifugação, vacinação. Se apresentarem algum tipo de doença serão tratados, até mesmo operados, se for o caso. “Os animais disponíveis para adoção estão saudáveis, de banho tomado. Quando eles saem daqui, a gente coloca um laço. Assim, vão para a nova casa todos arrumadinhos”.

O trabalho do Adote Já não para por ai. Para levar o cachorro, a pessoa deve ser maior de idade e assinar um termo de responsabilidade. Depois disso, os voluntários da ONG fazem acompanhamento por telefone ou pessoalmente, para saber se o animal adotado está sendo bem tratado por seus novos donos.

Tanta dedicação e cuidado só comprova o quanto é responsável e bem estruturado o trabalho dessa organização. Mais do que trazer alegria para um lar, adotar um cachorro também significa ser solidário. Mariana afirma que não existe diferença entre um cão comprado e um adotado: “Ele vai dar o mesmo amor, o mesmo carinho pra pessoa. Ao adotar, a pessoa está tirando um animal que estaria sofrendo na rua, e dando um lar a ele. A pessoa está salvando a vida daquele animal e vai receber os mesmos benefícios que um cão comprado poderia dar. Não tem diferença!”

Mais em... http://sociedadecanina.weebly.com/

.

domingo, 8 de novembro de 2009

Diferenças Sociais no Mundo Canino



Reportagem que eu e meu grupo (S.A.) produzimos para o Projeto Superação da faculdade de Jornalismo.
Espero que gostem ;)

Acesse o nosso site e saiba mais sobre o assunto:
http://sociedadecanina.weebly.com/

.

domingo, 25 de outubro de 2009

Era uma vez...

...uma menina que acreditava em contos de fadas. Todas as noites sua mãe lia histórias para ela dormir. A histórias tinham princesas, castelos, dragões, bruxas, heróis, fadas madrinhas e claro principes encantados. Seus sonhos eram repletos de magia e encanto. Ela sempre sonhou alto queria chegar até as nuvens, além do arco-íris, até o infinito.

O tempo passou e a pequena menina se tornou uma linda jovem. E mesmo que todos os seus amigos zombassem dela por isso, ela nunca deixou de acreditar em seus sonhos. Ela acreditava que o conto de fadas ainda podia ser real. Esperava que um dia encontraria o seu princepe encantado, e que juntos seriam felizes para sempre. Mas nunca foi muito fácil seguir acreditando. Assim como qualquer um ela enfrentou muitas decepções durante a vida. Descobriu que alguns de seus amigos não eram tão leais quanto aqueles animaizinhos do bosque onde as princesas viviam. Sua mãe algumas vezes conseguia ser pior do que qualquer madrasta ou bruxa. Os deveres de casa e os afazeres domésticos assustavam mais do que dragões e monstros do mal. E os principes... ah os principes... esses sim eram a maior invenção de todas, afinal só existiam mesmo nos contos de fadas! Nenhum dos garotos que ela conhecera sabia fazer uma gentileza se quer. Eles não cavalgavam em um cavalo branco. Não viviam em castelos. Não elogiavam a sua roupa nem a sua beleza. Não diziam palavras bonitas. Não abriam a porta do carro pra ela descer. Não mandavam flores. Não faziam surpresas. As vezes nem davam presentes, isso quando se lembravam de datas... Todos eles se pareciam mais com o lenhador, ou com o cocheiro. Melhor dizendo, eram todos sapos! Que por mais que ela os beijasse eles nunca viravam principes.

Com mais algum anos e mais maturidade ela aprendeu que poderia se divertir com sapos, enquanto o seu principe não aparecia. Aprendeu a lidar com os contratempos da vida. Afinal se uma princesa conseguia enfrentar tantas coisas, porque ela não? Continuou tendo muitas decepções, mas conseguia sair mais forte de casa uma delas. Tornou-se uma mulher inteligente, independente e bem sucedida.

Seu mundo era quase tão perfeito quanto o de uma princesa. Ela tinha quase tudo o que desejava. Mas a magia ainda seguia viva dentro de seu coração. Mesmo madura e com a vida feita, ela ainda não entendia porque não encontrava alguém especial. Por varias vezes pessoas lhe disseram que não existia essa coisa de amor verdadeiro, de pessoa certa. Mas ela nunca deu ouvidos a isso. Não se imaginava completamente feliz sem poder compatilhar sua vida com alguém. Alguém que ela amasse. Porque escreveriam histórias para crianças baseado em algo que é uma mentira? Porque fazer-los acreditar numa ilusão? Pra que instigar o desejo e as fantasias das pessoas se jamais elas iram provar disso na vida? Pra ela não fazia sentido nada disso. Porque se fosse realmente assim ia ser muita maldade. Algo feito só por pura crueldade. É então que ela se lembra de que o mundo está cheio de pessoas más e crueis. Que adoram construir sonhos nos corações das pessoas só para depois vê-los sendo destruidos pouco à pouco. Como a luz deixando os olhos de alguém que perde a vida. Tudo aquilo em que ela um dia acreditou com toda sua alma, se desfez entre seus dedos e voou com o vento.

domingo, 11 de outubro de 2009

domingo, 27 de setembro de 2009

Mais que um diário

Há uns quase três anos atrás eu pensei em criar um blog. Um lugar onde eu pudesse postar as coisas mais idiotas e também as coisas mais criativas e interessantes que eu escrevo. E estar cursando a faculdade de jornalismo me deu o empurrãozinho que faltava pra eu finalmente criá-lo...

No começo era uma festa só. Eu postava umas duas vezes por semana, as vezes até mais. Ia nos outros blogs de amigos comentar. E esperava ansiosamente que eles viassem no meu ler os meus textos e deixar o seu comentario também. Eu trocava as cores do Layout muito frequentemente. As vezes até editava fotos só pra colocar de título. Eu passava um tempo considerável arrumando meus links e meu perfil. A vezes até ficava revendo tudo que eu já postei. Eu era apaixonada pelo meu blog.

Não que eu ainda não goste dele. Eu adoro, porque é aqui onde eu posso escrever o que me der na telha, que ninguém vai ficar dando palpite e querendo modificar minhas "criações" rs. Digo isso porque quando o seu trabalho é escrever jornalisticamente, tem sempre algum chato pra meter o bedelho em tudo, e esse chato é o seu editor. Voltando ao ponto, eu ainda gosto do meu blog. Mas confesso que ele não tem mais a 'energia' de antes. Aos meus leitores (quem vê pensa que são muitos ¬¬'), peço desculpas. A vida da gente as vezes começa a tomar rumos diferentes e a gente acaba se esquecendo de fazer coisas que a gente adorava, ou ainda adora. Eu não vou parar de postar aqui, e também nunca vou deletar o meu blog. Será bom por der vir aqui depois de uns anos pra reler o que eu escrevia e pensava. São textos que refletem momentos da minha vida!

Hoje as pessoas me perguntam porque eu tenho um blog. E eu sinceramente não sei bem como responder. Preciso de um motivo pra ter um blog? Não me perguntaram isso na hora de criar uma conta aqui no blogger. Então porque tenho que explicar isso pra pessoas que nem ao menos sabem o que é um blog, e nem nunca viarem visitar o meu, saber o que de mais eu faço aqui? Enfim, se eu não quisesse mostrar as minhas idéias e idiotices, eu simplesmente escreveria num diário. Ou seja, se eu escrevo aqui é porque quero compartilhar. Eu poderia dizer para essas pessoas virem aqui e lerem esse texto, pra ver se elas entendem. Mas não vou fazer isso. Além de elas continuarem sem entender, eu não faço questão de que entendam :)

.

sábado, 19 de setembro de 2009

De todos os tamanhos


Microbloggings aceleram ainda mais a velocidade das informações na Web


Hoje em dia, para os sites noticiosos satisfazerem os internautas, não é suficiente usar uma linguagem adequada ao meio eletrônico. Tanto aqueles que vieram de outros veículos como os que surgiram na Web, estão constantemente tendo que se reformar e incorporar novas ferramentas que surgem e que fazem sucesso entre os usuários. Um exemplo disso são os microbloggings como o “twitter”, e outras tecnologias RSS que permitem expandir o alcance desses sites e das informações que eles transmitem.

Uma das conseqüências da popularização dos microbloggings foi “fim” da blogosfera. Isso porque a maioria dos usuários encontrou neles a mesma função de um blog, que em geral é a de oferecer um espaço pessoal onde as pessoas podem expressar suas idéias, experiências e trabalhos. O sucesso, no entanto, foi o diferencial de conseguir isso de uma forma mais rápida, dinâmica, divertida e eficiente em termos de exposição e reciprocidade.

Porém ainda há quem prefira utilizar os blogs convencionais. Eles possuem um espaço maior para as postagens e é mais adequado àquelas pessoas que querem somente compartilhar seu espaço com amigos e pessoas de interesse comum. Assim como também ainda há os que prefiram ler na internet exatamente aquilo que encontram no jornal, e sem precisar de atalhos ou ferramentas que os levem até lá. Juntando uma coisa a outra chego a conclusão de que é possível se assimilar uma nova tecnologia(RSS e microbloggings) sem perder os antigos formatos(blogs e sites noticiosos) que ainda transmitem informação com qualidade.

.