Templates da Lua

Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

NaLinha

Estamos todos por aqui...
Navegando e surfando. Olhando e digitando. Clicando e rolando. Rindo e chorando...

Entupindo os bancos de dados com informações inuteis. Congestionando as linhas de idas e vindas. Criando laços de afeto com ilusões de pessoas. Reunindo grupos e mais grupos em torno das causas mais ridiculas e desinteressantes possiveis. Gastando tempo e dinheiro, desperdiçando momentos preciosos da vida. Poupando nossos músculos das pernas, mas acabando com a nossa postura. Entrando em contato com o mundo lá fora, chegando o mais longe possivel. Deixando de lado o mundo a sua volta, esquecendo de olhar o que está perto.


"A internet aproxima quem está longe e afasta quem está perto"

Não tem jeito, é assim que funciona!
Nos vinculamos a todas essas redes de relacionamentos como se delas dependessem a nossa reputação, a nossa imagem. Internet é isso: Imagem. Tudo não passa de uma ilusão daquilo que é real. Ideias que temos de mundos, de família, de amigos, de alegria, de diverção, de monotonia, de tristeza, de sofriemento, de cotidiano, de verdades e mentiras. Tudo, nada mais é do que uma imagem na tela do computador, daquilo que acreditamos ser a realidade, mas que na verdade é um mundo paralelo, um mundo virtual...

Mesmo me dando conta de tudo isso, hoje eu sei que não conseguiria viver sem computador e internet. Me liguei profundamente as minhas coisas daqui. Me tornei dependente de certas ações e de certos hábitos que não posso simplesmente deixar de fazer. E mais, criei laços afetivos muito fortes, pelo menos ao meu ver. Não posso simplesmente me desvincular assim daqui, seria desumano. Em muitos aspectos já é. Mas ainda que numa ilusão, eu me sinto parte desse mundo e também sinto que ele precisa de mim...

.

Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Perspectiva!




Decidi escrever só por escrever hoje.

Na verdade eu faço isso quase sempre quando eu escrevo. Principalmente se for aqui pro blog.

Mas hoje eu não quero escrever sobre nada específico. Não quero pensar em nenhum tema e discorrer sobre ele. Não consigo viazualizar nada de importante que mereça esse destaque no momento. Tudo é bem normal e igual pela minha perspectiva. Eu não estou dizendo que eu ache a vida comum e chata, não é isso. Só que agora eu estou bem... bem tranquila...

Escrever sobre nada também é uma coisa impossível. Quando a gente escreve, escreve sempre sobre aluma coisa!

Mesmo que seja sobre o próprio fato de se escrever sem motivo. Sem motivo! E não sem assunto, sem tema. Querendo ou não agora estou falando de várias coisas sem nem ao menos perceber. Estou falando da minha vida, do meu modo de ver o mundo, das minhas vontades. Bastante sobre mim né?

Claro! Porque quando não se sabe sobre o que escrever normalmente escrevemos sobre nós. Pois ainda que não tenhamos certeza sobre algumas coisas pessoais, ainda que não possamos entender a nós mesmo por completo, é sobre nós mesmos que mais temos segurança pra falar. Sabemos por tudo que passamos e sabemos do que gostamos e do que não gostamos. Sabemos como está nosso humor, ainda sem poder prevê-lo de vez em quando. Sabemos de nossas reação e de nossas vontades, ainda que elas sejam surpreendentes até pra nós mesmos as vezes. Mas mesmo assim, se tivermos uma dedução errada. Se por acaso afirmarmos algo de que no futuro nos arrependamos, só quem iremos ferir é a nós mesmos. Quebraremos a cara. Sentiremos vergonha. Mas saberemos ao menos que não julgamos ninuguém a não ser a nós mesmos. Deve ser por isso que eu gosto tanto de falar sobre mim. Ou então de mostrar as coisas através da minha perspectiva.

Tá ai! Já achei um bom título para o meu texto sem motivo. Perspectiva! Afinal, esse seria um bom título para qualquer texto. Na faculdade de jornalismo aprendi que não importa o quão objetivo é o seu texto, ele sempre deixa transparecer, nem que seja nas entrelinhas, a sua opinião. Então qualquer coisa que escrevemos mostra, um pouco, sobre a forma como pensamos e como vemos o mundo.

Interessante. Parece que chegamos a algumas conclusões por aqui. Bom, para um texto que não tinha nenhuma pretenção, acho que está ótimo não é mesmo?

Alias ele já está passando do tamanho que eu imaginei que teria. Eu só queria mesmo era atualizar o meu blog. Faz tempo que eu não fazia isso de uma forma descente. Tudo bem que isso não é lá a forma mais nobre de dizer "Ok, agora eu tenho um post bacana!". Mas pelo menos eu tentei rs...


Segunda-feira, 22 de Junho de 2009

.

Será que todas essas lágrimas serão em vão?...

.

Sexta-feira, 19 de Junho de 2009

Surpreendente

O meu professor da faculdade, Sérsi Bardari, me deu a brilhante ideia de postar a minha resenha sobre o livro 'Analise de Discurso', que diga-se de passagem é bem chatinho... E assim eu fiz, no sábado dia 17 de Maio de 2008:

Clique aqui para ver o post

E eis que me surgem esses comentários(reparem nas datas):
sacol disse...

Muito interessante sua resenha.
Obrigada por posta-la
Abraços.

Cilene Macedo disse...

Legal!
São trabalhos assim que facilitam a vida de quem, às vezes, ñ tem tempo p/ ler a obra em sua totalidade.
Obrigada.

Anônimo disse...

Jacqueline (JF/MG)

Adorei sua resenha. Era o que eu precisava. Parabéns e continue publicando.

jaccelo@yahoo.com.br

Fernanda disse...

Oi!!!
Parabéns pelo trabalho. Estou estudando para fazer a seleção do mestrado na próxima semana e sua resenha irá me ajudar.
Abço
Fernanda

http://linguavivafs.blogspot.com/

João Luiz disse...

Olá!

Parabéns pelo trabalho,também me ajudou muito.Continue escrevendo!
Felicidades!!!

__________________________________

Quer dizer então que a minha resenha (que deu bastante trabalho pra fazer) ajudou algumas pessoas? E eu achando que ela serviria como fundamentação teórica do meu projeto na facul e mais nada rs... É gratificante ver o nosso trabalho, ainda que pequeno, sendo reconhecido :)
.

Domingo, 14 de Junho de 2009

O que os olhos não veem...

É um simples davaneio. Uma ponta de esperança em um mar de duvidas e incertezas. Não sabemos de onde surgiu, nem como, nem quando.

Mas ele esta ali, ainda que os olhos não possam ver.

E te faz sorrir, te faz chorar. Te faz acreditar. Consegue mudar você completamente de uma hora pra outra. É tão intruso e ao mesmo tempo tão necessário dentro de você. Ao mesmo tempo que você não consegue entendê-lo você também não consegue mais se imaginar vivendo sem ele.

Benção e castigo. Alegria e angústia. Felicidade e sofrimento. Sonho e pesadelo. Trevas e luz. Prazer e dor. Encanto e desencanto. Amor e ilusão. Não dá pra saber se é ruim ou bom.

Ainda que tão incerto e perigoso, tão frágil e doentio, você se agarra a ele como uma linha vital. Aposta todas as suas fichas. Se entrega de corpo e alma. Mergulha de cabeça, sem pensar em voltar a superficie pra respirar. Você perde o folego. Engole sapos. Tem que se ter o estomago forte pra aturar certas coisas. Mas você aguenta firme. Afinal tudo vale a pena, se no final aquilo está preservado e intacto dentro de você. Você está acostumado com o sofrimento, então sabe que logo tudo vai passar. O que você mais quer é poder ter a certeza de que nada daquilo foi em vão, ainda que tenha sido. Você quer poder dizer ao mundo o quão real e verdadeiro isso foi, ainda que seja mentira.

Não se pode confessar a si mesmo que foi tudo realmente uma ilusão. Algo que você criou na sua mente e que só existia pra você. Não há como admitir que não era assim tão grande, que não passava de uma brincadeira. Você nunca conseguiria conviver com a ideia de que inventou tudo. De que nem ao menos os seus proprios sentimentos eram reais. De que você precisava daquilo e por isso acreditava. Mesmo que não houvesse nem a possibilidade de aquilo existir algum dia. Mesmo que tudo seja um nada profundo.

Não a razão pra continuar na mesma situação. Mas também não há razão pra sair dela.

Quinta-feira, 11 de Junho de 2009

Agora tá no REC

Reparem no começo desses dois vídeos:





Eu e a Samira falamos praticamente a mesma coisa! kkkkkk
E tem algumas outras semelhanças entre os vídeos também. Sem contar que os dois são muito FDP'S (leia-se filhos da puta). E você deve estar se perguntando "Essas meninas não tem mais o que fazer da vida?". A resposta é "NÃO!" hsuahsuahsuahsuh...

Sábado, 6 de Junho de 2009

Cheios da mesma Luz

A distancia as vezes pode parecer ser uma barreira intransponível, que separa as pessoas que querem estar juntas umas das outras. Mas essa é apenas uma distancia física, que pode ser muito grande ou muito pequena mas que na verdade não significa nada.
Porque quando há um sentimento muito forte e verdadeiro ligando duas pessoas elas sempre vão estar juntas. Sempre vão estar uma dentro da outra lá no fundo do coração. E esse elo tão grande não há distancia física no mundo, nem no universo que possa separar.
Eu posso enxergar o mesmo sol que você enxerga, posso admirar a mesma lua que aparece na tua janela. Nós podemos apontar juntos para a mesma estrela mais brilhante no céu. Compartilhamos tantas coisas sem nem ao menos nos dar conta disso. Somos feitos da mesma magia, somos cheios da mesma luz, somos filhos da mesma terra , somos parte do mesmo amor.
O que nos marcou uma vez, vai ficar marcado pra sempre em nossas vidas. O que nos fez feliz uma vez, vai nos fazer feliz sempre. Acredite nisso e não deixe que isso se perca...